Sobre Sérgio Souto: Acreano de Sena Madureira, radicado desde os quinze anos no Rio de Janeiro, trás na alma os temas amazônicos com os quais mesclou a linguagem complexa do espaço urbano na sua experiência musical. Atento aos sons dos Brasis presentes na sua realidade, construiu um trabalho cativante e moderno com ampla aprovação de público e da crítica por seu estilo inovador e peculiar. Seu repertório musical transita com extrema naturalidade entre a tranqüilidade da mata e as incertezas e inquietudes do ritmo acelerado de um cotidiano urbano.
Com dez discos gravados, o cantor e compositor tem músicas de sucesso interpretadas por artistas de renome como Jessé, Cristina Santos, Nelson Gonçalves, Fabíola Sendino, Elba Ramalho, Eliana Printes, Nilson Chaves, entre muitos outros.(Pitter Lucena-Brasília)
Sobre Simone Almeida: Com mais de dez anos de carreira, SIMONE ALMEIDA já é destaque no cenário musical da Amazônia. A maturidade profissional da cantora tem proporcionado uma ampla divulgação do seu trabalho e consequentemente da produção musical da Amazônia, especificamente do estado do Pará.
Sua identidade regional e compromisso com sua cultura tem aberto caminhos que possibilitam cada vez mais que a produção cultural da Amazônia se torne conhecida e valorizada além de nossas fronteiras. Foi escolhida Melhor Intérprete do Festival Internacional de Música Brasileira na Bienal Internacional de Música de Belém, anos 2000 e 2002. Participou de vários projetos importantes dentro e fora do Pará, com destaque para o “Projeto Cantorias Amazônicas” no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro e turnê com o Projeto “Tambores da Amazônia”, ao lado de Nilson Chaves e Marco André.
Fonte: http://www.myspace.com/simonealmeida
Sobre Mahrco Monteiro: Ousado, carismático, um artista de muitas facetas a acima de tudo dono de uma voz privilegiada. Marco Antônio Monteiro Gurjão, este carioca de Jacarepaguá, veio para Belém aos dois anos de idade, póstero de uma família de músicos (sua mãe cantava, seu tio era saxofonista, seu tio Bebé era violoncelista e seu tio-bisavô, Henrique Gurjão, era maestro). Em 1970 volta ao Rio de Janeiro para cursar a faculdade de Química Industrial e de Licenciatura em Matemática, quando decide tentar carreira artística participando de dois festivais, o VI encontro da RIOTUR, com a música "Mar Aberto", se classificado entre os quinze melhores intérpretes e o primeiro festival da Rádio Nacional, com o samba "Canto Negro" de autoria de João da Mata.
Não é desenho, pintura ou fotografia, mas sim colagem. Isso mesmo, botões, controles remotos velhos, tampas de canetas, clips de papel, latas, peças de lego, fios, pedaços de plástico e pedaços de sabe-se lá o quê? Bom, esses são precisamente os objetos que o artista Zac Freeman utiliza na criação de um desses retratos. Veja o que ele diz sobre sua obra: "Eu comecei a fazer obras de aglutinação deste tipo em 1999. As obras são feitas inteiramente de lixo coletado, objetos encontrados. Eu colo os pedaços de lixo a um substrato de madeira para formar uma imagem, geralmente caras, que só pode ser visto à distância. Eu estava interessado em se comunicar através da representação visual no espaço 2-dimensional aparente e com os objetos reais utilizados para o meio no espaço de dimensão 3. É muito importante para mim que eu incorpore os objetos reais para a arte em contraposição a uma imagem ou a entrega do mesmo, porque melhor expressa a intenção da obra". Curtam essa maravilha.
O artista cubano Agustín Hernández Carlos posa em frente de prédio da União de Jovens Comunistas Cubanos, que exibe uma de suas obras
Na Cuba de anúncios proibidos, onde só se veem cartazes em defesa da Revolução Cubana de 1959, o artista plástico Agustín Hernández Carlos busca meios de promover sua arte. Enquanto esperava na fila do lado de fora da Etcsa (companhia de telefonia de Cuba) para pôr créditos em seu celular, o cubano de 31 anos aproveitou uma deixa na conversa que mantinha com uma estrangeira para indicar que era um escultor promissor.
Como prova, contou ter feito três trabalhos sob encomenda do governo cubano em defesa da Revolução, com monumentos cujas fotos guardadas no celular exibiu como se fossem filhos. Um dos maiores motivos de orgulho é uma escultura de aço, forrada com material que se ilumina à noite, que criou no ano passado para adornar a fachada da União de Jovens Comunistas Cubanos em Havana.
A obra mostra lado a lado imagens de Julio Antonio Mella, fundador do Partido Comunista de Cuba, de Camilo Cienfuegos Gorriarán, um dos principais líderes da Revolução de 59, e do argentino Ernesto Che Guevara, o revolucionário-ícone comunista.
A obra de Agustín Hernández Carlos. Da esq. para a dir.: Julio Antonio Mella, fundador do Partido Comunista de Cuba, e os líderes Camilo Cienfuegos e Che Guevara.
O renomado músico paraense traz aos palcos do Teatro Margariga Schiwazappa grandes nomes da nossa Música Paraense para acompanhá-lo neste show com um repertório repleto de choros e valsas. Os convidados são: os grupo Charme do Choro e Gente do Choro, o violonista Nego Nelson, o chorão Adamor Ribeiro e o Maestro Instrumentista e Arranjador Luiz Pardal. Com certeza a nossa música instrumental terá uma noite gloriosa e inesquecível com tantas estrelas brilhando no palco do Schiwazappa.
Sobre Salomão Habib:
Nascido em Belém do Pará, Salomão Habib vem se destacando como concertista e compositor desde 1986. Premiado com o 1o. lugar no 2o. Festival de Música Popular Paraense, 1993, obteve também o 3o. lugar e o prêmio de melhor arranjo. Possui trabalhos divulgados na França, Japão, Colômbia, Estados Unidos, Holanda e República da Tchecoeslováquia, já tendo realizado tourné nacionais e internacionais no campo popular e erudito.
Participar é muito simples: produza um vídeo com duração entre 30 segundos e 5 minutos, usando seu telefone celular, sua câmera fotográfica digital, sua webcam ou outros equipamentos, de acordo com o regulamento. O tema do curta deve ser METALINGUAGEM. Para saber mais sobre o assunto, clique AQUI.
Junte os amigos, pegue seu celular ou a câmera que estiver à mão, solte a criatividade e comece já a desenvolver seu curta metragem! Os melhores vídeos serão exibidos no Portal Tela Brasil e seus autores ganharão MacBooks e telefones celulares.
Morreu neste sábado o psicanalista José Angelo Gaiarsa, aos 90 anos. O velório acontece no Cemitério São Paulo e o corpo será enterrado no Cemitério Assunção, em Santo André, cidade onde nasceu, na manhã de domingo.
Sobre Gaiarsa:
Gaiarsa nasceu em 1920. Estudou medicina na Universidade de São Paulo e especializou-se em psiquiatria. Durante dez anos, de 1983 a 1993, ele apresentou um quadro em um programa diário da TV Bandeirantes, em que respondia, ao vivo, dúvidas dos telespectadores. Ficou conhecido para sempre por suas posições polêmicas: defendia o relacionamento aberto, questionava a ideia de a maternidade ser uma maravilha absoluta e condenava a instituição do casamento e da família.
Teve mais de 30 livros publicados, dentre eles Meio Século de Psicoterapia Verbal e Corporal, cujo lançamento marcou a comemoração de seus 50 anos de carreira, em 2008. Na página que mantinha na internet, Gaiarsa diz "tive a sorte - e o azar! - de viver quase todo o século XX (...)." Foto de RUI TAKEGUMA
Diz, Lígia Saavedra: Não gostaria de publicar esta triste notícia pois sou admiradora e fã de Gaiarsa e de suas idéias. Acompanho-o desde a década de 80, lendo seus livros e assistindo a seus comentários em vários programas na TV. Morre hoje um grande homem.
"O machismo exclui a afeição do homem pelo homem." José Angelo Gaiarsa (1920-2010)
Sobre a cantora: Katarina Avila: intérprete e violonista. Polêmica e exagerada, está nos bares, ganhou os palcos dos bares belenenses e as cortinas dos bons teatros da capital e faz o que pode pra agradar aos seus ouvintes. Ama a música e faz tudo com muito carinho. Seu repertório que é sempre pra lá de eclético e interessante. Dona de uma voz e uma competência musical indiscutível. Ovacionada pelo público gay e queridíssima nas rodadas lês, ela agora ganhou asas e tem dado vôos mais ousados: quer atingir outros públicos também. Intérprete das canções que fizeram história no país, ela, agora, mais do que nunca, quer defender o pop rock e a MPB. Por Joana Vieira
A cantora trocou o sol pela lua e a faixa preta de judo pelo microfone e hoje divide suas noites entre apresentações em casas noturnas da cidade. Dona de uma timidez que desaparece quando sobe ao palco, Katarina, que é graduada em Educação Física, já foi octacampeã paraense de judô e chegou a representar o Pará/Brasil em campeonato nos Estados Unidos, é uma campeã também quando o assunto é música. Autodidata, seja no teclado ou no violão, cavaquinho ou em outro instrumento musical, a intérprete manda seu recado e a cada dia ganha um número maior de fãs. No ano de 2008, foi homenageada com o Trofeu Elida Braz, como cantora revelaçao e foi escolhida por voto popular como melhor cantora do Bar e Rastaurante Veneza. Neste ano ainda, foi escolhida como cantora Destaque do Estado do Para, pela maior premiaçao da cultura paraense: O Baile dos Artistas. Ainda no mesmo ano, participou do concurso Paraiba Pop Star, ficando entre as 13 finalistas dentre os quase dois mil interpretes inscritos. Em 2009, do tatame para o palco do Teatro Waldemar Henrique, realiza seu primeiro show com participaçao especial de Alcyr Guimaraes, Ana Selma, Gabi Amarantos e Lucinha Bastos. Mesmo com pouca experiencia em teatro seu show foi eleito o melhor show musical desse ano, tambem pelo Baile dos Artistas. A novidade da carreira da cantora, que ganhou os palcos há cerca de 5 anos é o lançamento de seu primeiro CD autoral em 2010.
Este ano, Katarina Avila fez uma participaçao especial no Show dos Namorados, da cantora Simone Almeida. Assista ao vídeo do evento:
Fontes: Katarina Avila via e-mail Google Images You Tube
Soren é uma jovem coruja fascinada pelas histórias épicas contadas pelo seu pai sobre os Guardiões da Ga'Hoole, um bando mítico de guerreiros alados que lutaram em uma grande batalha para salvar todas as corujas de uma grande ameaça. Enquanto Soren sonha em algum dia unir-se a seus heróis, seu irmão mais velho, Kludd, zomba da ideia, e prefere caçar, voar e desviar a predileção de seu pai pelo irmão mais novo. Mas a inveja de Kludd tem consequências terríveis - fazendo com que seus irmãos mais novos caiam de seu ninho no topo da árvore direto para as garras dos Puros. Agora é preciso que Soren realize uma fuga audaciosa com a ajuda de outras jovens corujas. Juntas elas vão voar sobre os oceanos e as brumas para encontrar a Grande Árvore, lar dos lendários Guardiões de Ga'Hoole – a única esperança de Soren para derrotar Os Puros e salvar o reino das corujas.