Ajuruteua

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sábado, 25 de setembro de 2010

ARTE COM FITA ADESIVA







O artista ucraniano Mark Khaisman, de 51 anos, descobriu como unir seu trabalho à sua paixão pelo cinema: ele recria cenas de seus filmes favoritos usando apenas fita adesiva.

Sobrepondo pedaços do material, e depois aplicando-os sobre um painel iluminado, ele recria os efeitos de luz e sombra de cada cena.

Khaisman, que é radicado na Filadélfia, nos Estados Unidos, chega a usar até cem metros de fita e passa em média uma semana para realizar cada quadro.

Clássicos do cinema noir (como O Anjo Mau) e filmes de suspense (Os 39 Degraus, de Alfred Hitchcock)são seus favoritos, mas ele também faz retratos de pessoas e objetos com o mesmo material.

Cada obra sua é vendida por até US$ 10 mil.


Fonte:
BBC Brasil - Cultura & Entretenimento

Diz, Lígia Saavedra:

Impressionante!

RETRATOS PRECIOSOS





Um grupo de artistas e joalheiros britânicos criou retratos de personalidades e até da Rainha Elizabeth 2ª com cristais, pedras semipreciosas e diamantes.

Os retratos são feitos como se fossem mosaicos e seus tamanhos variam entre 20cm x 20cm - com pelo menos 2,6 mil pedras como safiras, ametistas e peridotos - e 60cm x 60cm, como foi o caso do retrato do rapper Jay-Z, com 22,5 mil cristais Swarovski pretos e brancos.

Geralmente o trabalho é iniciado com uma espécie de rascunho feito com os cristais, antes de os artistas começarem a trabalhar na versão mais cara, com diamantes pretos, brancos, rosa e azuis. Safiras também são usadas em várias cores como preto, branco, verde, amarelo, laranja e azul.

Artistas como Marilyn Monroe, o presidente americano Barack Obama, e animais como pavões e tigres também são retratados nos trabalhos.

De acordo com a empresa que está comercializando os quadros, a Gemstone Creative, não há limites para tamanho ou forma dos retratos e um cliente já chegou a pedir aos artistas a criação de uma obra de 1,20 m x 1,20 m.

O custo de cada obra também varia muito, dependendo do tamanho, do tipo de diamantes, pedras preciosas e base de metal usadas. O mais barato, com cristais Swarovski, pode ser comprado por 3 mil libras (cerca de R$ 8,5 mil).

Já os preços dos retratos mais caros, feitos com diamantes, começam na faixa das 750 mil libras (aproximadamente R$ 2 milhões).

A companhia afirma que, com a criação dos quadros, tentou retomar o conceito do uso de pedras preciosas em mosaico, baseada nas tradições artísticas dos bizantinos e antigos imperadores da Índia e, em sua página na internet, afirma que quer reintroduzir "um gênero artístico altamente especializado".

Cada obra é feita sob encomenda e, para um retrato criado com cristais Swarovski, por exemplo, o prazo é de cerca de um mês para a entrega. Para as obras com pedras preciosas, o tempo de espera é de três meses.

Fonte:
BBC Brasil - Cultura & Entretenimento

A BELEZA DA CERÂMICA MARAJOARA








A cerâmica marajoara é uma das melhores heranças dos índios que habitaram a região norte do Brasil.
Seus desenhos diversos, a utilização da semente do urucum para dar o tom avermelhado das peças, cuja técnica é pesquisada por artesãos tanto do Brasil quanto do exterior. Durante escavações na ilha do Marajó, no Pará, foram encontrados resquícios de peças que datam de 890 a. Cristo e as mais recentes do século XVIII.

A maior parte do acervo marajoara se encontra no Museu do Marajó, localizado na Cachoeira de Ariri, no Pará, 70 quilômetros distante de Salvaterra {91-3741-1202}. O museu é uma fonte de pesquisa tanto para estudantes quanto para artesãos em busca de um trabalho original igualmente as peças expostas.

Em Icoaracy na Grande Belém, você também encontra uma variedade enorme de peças deste maravilhoso artesanato indígena.

Fonte:
WEB
Google Images

SONIA GODINHO - EXPOSIÇÃO "VITRAL"








Sobre a autora:
Sônia Godinho



Belém, Norte, Brazil
Natural de Belém do Pará, formada em Educação física,desde 1983,professora do Estado já aposentada, hoje atuando no ramo das artes plásticas com pinturas em telas utilizando varias técnicas como: pinturas com tintas acrílicas, verniz vitral, massa acrílica,MDF,dimensional,estoupas e fibra de vidro.Realizou três exposições individuais no Aeroporto Internacional de Belém no Espaço Cultural, duas no Shopping Center Castanheira e uma no Centur.

Contatos:091 32413834 - 99417192
Email:
sgodinhoartes@gmail.com
sonia_neguinha10@hotmail.com

Fonte:
artesoniagodinho.blogspot.com

A HISTÓRIA DO CINEMA



PARTE 1


PARTE 2


Fonte:
You Tube
Google Images

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

COMER REZAR AMAR




Sinopse

Liz Gilbert (Julia Roberts) tinha tudo o que uma mulher moderna deve sonhar em ter “um marido, uma casa, uma carreira bem-sucedida” ainda sim, como muitas outras pessoas, ela está perdida, confusa e em busca do que ela realmente deseja na vida. Recentemente divorciada e num momento decisivo, Gilbert sai da zona de conforto, arriscando tudo para mudar sua vida, embarcando em uma jornada ao redor do mundo que se transforma em uma busca por auto-conhecimento. Em suas viagens, ela descobre o verdadeiro prazer da gastronomia na Itália; o poder da oração na Índia, e, finalmente e inesperadamente, a paz interior e equilíbrio de um verdadeiro amor em Bali.

Assista o trailler:



Ficha Técnica
Diretor: Ryan Murphy
Elenco: Javier Bardem, Julia Roberts, James Franco, Billy Crudup, Richard Jenkins, Viola Davis, Tuva Novotny, Ali Khan, Lidia Biondi, Arlene Tur, Luca Argentero, James Schram
Produção: Dede Gardner, Brad Pitt
Roteiro: Ryan Murphy, Jennifer Salt
Fotografia: Robert Richardson
Trilha Sonora: Dario Marianelli
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Sony Pictures
Estúdio: Plan B Entertainment

Fonte:
cinema.yahoo.net

AS MAIS BELAS FOTOS DA LUA E DO LUAR



Visualize melhor clicando na foto.


























Fonte:

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O DIÁRIO DE KAXI - UM LIVRO DE DANIEL MUNDURUKU




Um curumim descobre o Brasil

Um indiozinho vai à cidade pela primeira vez. Para ele, é tudo tão diferente do mundo que conhece... Será que ele vai gostar?

O legal deste livro é que ele foi escrito por um índio de verdade. Daniel Munduruku é professor de “Educação em Valores Humanos” em universidades de São Paulo e de Minas Gerais – como se fosse uma disciplina que mistura várias filosofias. Além disso, ele cria atividades culturais para a formação de crianças e já viajou lá para a Europa, para contar o que sabe, o que ensina e o que aprende com seu trabalho.

Quando escreveu esta história, Daniel pensou em contar aos leitores o que as crianças da sua aldeia imaginam sobre a cidade. Elas vivem de outro jeito, mas são curiosas, como você também deve ser. E fazem muitas perguntas aos índios mais velhos sobre como é o jeito de viver do homem branco, que eles chamam de pariwat. Pois é! Aí está outra coisa bacana deste livro: ao longo da leitura, você vai conhecer muitas palavras indígenas.




O autor do livro é um desses índios que já visitou a cidade e conta suas experiências para a garotada que inventa mil coisas na cabeça quando junta os pedacinhos do que escuta. E foi de acordo com essa imaginação - como se fosse um desses ouvintes - que ele criou o personagem principal do livro, Kaxi. E já que a história fala das crianças da aldeia, foram elas mesmas que fizeram os desenhos superbonitos que enfeitam o livro. Uma delas é a que ilustra a capa.

Kaxi começa a descobrir como é sair da tribo onde nasceu. Ele chama os prédios de “caixinhas de morar”, por parecerem um tanto com embalagens como essas que os índios usam para guardar mandioca ralada uma em cima da outra. Dentro deles, outra caixinha que sobe e desce chamada elevador e lá fora caixinhas em cima de rodas, os carros. Os velhos da aldeia ensinam que o céu é redondo, então por que pensar em construir tudo em formato de caixas? Essa é uma das dúvidas de Kaxi, que se assusta e se surpreende durante sua viagem.

Esse livro é uma oportunidade para olhar para o nosso modo de vida de outra forma, conhecer outra cultura e, principalmente, respeitá-la. Se todo mundo fosse igual, o dia-a-dia seria tão previsível que não teria a menor graça, você não acha?

Fonte:
planetasustentável.abril.com.br

Daniel Munduruku, natural da Aldeia Munduruku no Pará, é graduado em Filosofia,
tem licenciatura em História e Psicologia e é doutorando em Educação na Universidade de São Paulo.
É autor conhecido nacional e internacionalmente.
Vários de seus livros receberam prêmios no Brasil e no exterior.
Comendador da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República.
Diretor-presidente do Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual - INBRAPI. Pesquisador do CNPq

JAAK BOSMANS - POEMAGEM

AVAO - ASSOCIAÇÃO DO VOLUNTARIADO DE APOIO A ONCOLOGIA



Show em benefício da AVAO no Teatro Margarida Schivazappa do Centur no dia 08 de outubro.

Faça a sua parte. Compareça e contribua!



AVAO-Associação do Voluntariado de Apoio a Oncologia - Belém / PA - Tv 14 de Abril, 1472 - Tel: (91) 3249-4098 - CEP: 66.063-140 -

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