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sexta-feira, 15 de abril de 2011

OSVALDO GOELDI - ARTISTA PLÁSTICO BRASILEIRO






Uma galeria em Londres inaugura nesta quinta-feira uma exposição dedicada à obra do expoente do expressionismo no Brasil Oswaldo Goeldi (1895-1961).


Com 22 xilogravuras, a exposição, intitulada Oswaldo Goeldi: Cenas Urbanas revela, segundo os organizadores, uma "visão subterrânea das cenas urbanas da cidade do Rio de Janeiro e pessoas anônimas" no século 20.


Sobre o artista:
Osvaldo Goeldi, (Rio de Janeiro, 31 de outubro de 1895 – Rio de Janeiro, 16 de fevereiro de 1961) foi um desenhista, ilustrador, gravador e professor brasileiro.

Filho do cientista suíço Emílio Augusto Goeldi. Com apenas 1 ano de idade, muda-se com a família para Belém, Pará, onde vivem até 1905, quando se transferem para Berna, Suíça. Aos 20 anos ingressa no curso de engenharia da Escola Politécnica, em Zurique, mas não o conclui.

Em 1917, matricula-se na École des Arts et Métiers [Escola de Artes e Ofícios], em Genebra, porém abandona o curso por julgá-lo demasiado acadêmico. A seguir, passa a ter aulas no ateliê dos artistas Serge Pahnke (1875 - 1950) e Henri van Muyden (1860 - s.d.). No mesmo ano, realiza a primeira exposição individual, em Berna, na Galeria Wyss, quando conhece a obra de Alfred Kubin (1877 - 1959), sua grande influência artística, com quem se corresponde por vários anos.

Em 1919, fixa-se no Rio de Janeiro e passa a trabalhar como ilustrador nas revistas Para Todos, Leitura Para Todos e Ilustração Brasileira. Dois anos depois, realiza sua primeira individual no Brasil, no saguão do Liceu de Artes e Ofícios.

Entre outras ilustrações famosas do artista para livros está a que fez para Ressurreição da Casa dos Mortos, e O Idiota, ambos de Dostoiévski e Carlinhos, de Villegas Lopes.

Em 1951, Goeldi participou da 1ª Bienal de São Paulo e ganha o 1º Prêmio da Gravura Nacional.

Durante sua vida, Goeldi fez várias exposições individuais no Brasil e em outros países. Um ano antes de sua morte, o artista ilustrou o livro Mar Morto, de Jorge Amado, e ganhou o primeiro prêmio internacional de gravura da 2ª Bienal Americana do México.

A exposição fica em cartaz até 13 de maio



Fontes:
BBC Brasil
Wikipédia
Google Images

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