Ajuruteua

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quinta-feira, 8 de julho de 2010

O EGOÍSMO EM POESIA



O EGOÍSMO EM POESIA


Quero palavras úteis
que desvendem a reconhecível incerteza
dos caminhos desvirtuados pela escuridão.

Quero palavras sóbrias
que orquestradas pelo fascínio
enveredem pela estrada do tempo na leveza do amor.

Quero palavras surdas
que nunca magoem o mundo

Quero palavras em chamas
que o vento não as apague

Quero palavras entregues
a improváveis mentiras

Quero palavras
pacientes na entrega

Quero palavras
orquestradas pela paixão

Quero palavras
escritas em segredo

Quero palavras
suspensas na paisagem

Quero palavras
brandas, leves, lindas...

Palavras
que soem como música
em Dó maior
alegrando
o meu
eu.


LÍGIA SAAVEDRA

Um comentário:

  1. Lígia,

    As tuas palavras soam como música, alegrando quem as lê! Driblando o egoísmo!rs

    Tanta poesia, nesse poema!(PA-RA-BÉNS)!


    Um abraço querida, Marluce

    ResponderExcluir

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